Há 2 semanas
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“A minha dor despedaçou. Desacoplei cada parte de mim, esmiucei cada detalhe da minha alma. Contornei o traço infame e diluído da sua imagem na minha mente. Depositei pedaço por pedaço sobre a mesa, contorci não obstante da sabedoria do corvo que alucina ao servi-se da carne descomposta de sua presa já morta. Estiquei a voz num grito de socorro mas me desmanchei sugado pela minha própria alma maltrapilha. Prendo o ar nos meus pulmões, arrisco o encaixe desesperado, peça por peça, a procura do pulso que determina a jornada fraudulenta de meus rudes versos colestéricos. O tempo avança e eu vou morrendo, nada mais faz sentido. Sem a minha dor fui eu quem me esfumacei nesse mundo de tão poucas rainhas e reis.”
Há 2 semanas
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“E é num silêncio profundo,
Que habita seu grito mais agudo.”
Há 2 semanas
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“Qual foi a última vez que te vi?
Foi naquela flor que vi no jardim
ou foi no cantar do bem-te-vi?
Eu juro que te vi.
Foi no perfume que senti
ao pensar em ti
ou foi no sabor da mordida no quiwi?
Qual foi mesmo a ultima vez que te vi?”
Há 2 semanas
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“Nada acontece duas vezes da mesma maneira.”
Há 2 semanas
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“Dependendo de quem vem, um “dorme bem” vale muito. E a gente acaba mesmo indo dormir bem.”